Artigo | Entrevista Com o Vampiro e a onda de filmes que viram séries

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Na semana em que o filme Entrevista Com o Vampiro completa 21 anos de sua estreia nos cinemas, traremos aqui ao espectador e fã das obras vampirescas na TV e no cinema uma possibilidade completamente viável para você considerar.

Soubemos no último ano que a Universal, subsidiária do canal NBC, comprou os direitos de nada menos que quatorze obras da conhecida saga ‘Crônicas Vampirescas’ da escritora Anne Rice. A hipótese levantada pela maioria dos veículos de comunicação é de que essas obras serão adaptadas para cinema. Mas será mesmo que a Universal pretende desenvolver quatorze obras cinematográficas sobre a conhecida saga vampiresca de Rice?

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Um dos principais argumentos que vou utilizar para defender que podemos estar diante do desenvolvimento de uma série de TV e não de um reboot no cinema de Entrevista com o Vampiro, está no fato de que a maioria das obras literárias mais extensas (com maior quantidade de continuações) que foram adaptadas para o cinema acabaram migrando para a TV, como exemplo, temos os recentes casos de Percy Jackson e de Os Instrumentos Mortais. São raras as exceções de obras literárias mais extensas que são adaptadas ao cinema e que conseguem sobreviver.

Falando novamente sobre a obra, o produtor escolhido pela Universal para desenvolver esse projeto é ninguém menos que Brian Grazer. Ok, é indiscutível sua carreira no cinema e que este pode ser o foco e a motivação para se levar em conta a participação de Grazer em um possível reboot. Afinal de contas, em seu currículo constam a produção de obras como Uma Mente Brilhante (2001), O Código da Vinci (2006) e sua continuação Anjos e Demônios (2009).

Mas sua carreira como produtor de séries de TV não é menos relevante, muito pelo contrário. Vamos começar listando Felicity (1998), 24 Horas (2001), Arrested Development (2004), e finalmente Empire (2015). Todas séries premiadíssimas, sem contar a última – Empire – que é uma das séries que Grazer já produziu e está no ranking das maiores audiências nos EUA.

Poderíamos continuar aqui nos desdobrando sobre o assunto e sustentando esse argumento, apresentando aqui números baixíssimos em crítica e faturamento dos reboots no cinema atual, e as críticas de milhares de atores e diretores sobre a ideia (ou a falta de) sobre esse conceito, mas acredito absolutamente que já alcançamos o nosso objetivo aqui, vamos deixar essa questão para outro momento. E vocês, o que acham da ideia? Reboot ou um desdobramento como série?

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