The Walking Dead termina o ano de forma anticlimática e sem avançar trama

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Atenção para os spoilers do último episódio!

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Foi ao ar nesse domingo (29/11) o último episódio do ano de The Walking Dead, intitulado “Start to Finish”.

No episódio que é situado exatamente onde acabou o anterior, a horda de zumbis que estava do lado de fora de Alexandria invade a cidade, separando os sobreviventes em quatro lugares diferentes: Rick, Carl, Deanna, Gabriel, Michonne e Jessie e seus filhos Ron e Sam, vão para a casa de Jessie, onde Judith está. Tara, Rosita e Eugene se escondem em uma garagem. Morgan, Carol, o Lobo Alfa e Denise ficam na casa onde Morgan estava prendendo o Lobo. E por último Maggie que fica em um dos pontos de observação que tem no muro da cidade.

E nisso entrou o erro desse último episódio, ao separar os personagens em tantos lugares diferentes. The Walking Dead não encontrou espaço dentro do tempo do episódio para desenvolver a história, e esse é um dos poucos episódios dentro das últimas temporadas, com exceção de episódios que contam histórias paralelas como o quarto episódio dessa temporada, que não avança a história em nenhum aspecto importante. Glenn continua fora de Alexandria e Maggie continua literalmente em cima do muro esperando por ele. Tara, Rosita e Eugene continuam sem fazer nada de muito especial, talvez com a exceção de descobrirmos que Eugene sabe abrir fechaduras com um clips. Carol e Morgan continuam não se entendendo. Ron continua não gostando de Carl. Etc, etc.

Os únicos dois avanços que The Walking Dead fez nesse último episódio, sendo que um não é nem de algum personagem de grande importância para a trama foram: o Lobo Alfa fugiu do cativeiro de Morgan, o que pelo menos por hora não avança a história de maneira alguma. E o único acontecimento que realmente afeta a história que aconteceu nesse episódio – de certa maneira não aconteceu no episódio – foi a cena pós-créditos, aonde vemos Daryl, Sasha e Abraham voltando para Alexandria em um caminhão, quando eles são parados por diversos motoqueiros altamente armados no meio da estrada. Esses motoqueiros falam que tudo que eles tem agora pertence à Negan, que para quem leu as HQs é um nome que já provoca calafrios.

Nessa altura você deve estar me perguntando, “E a morte de Deanna? Isso também foi um avanço na história.” E a resposta é bem simples: Foi? Realmente? Desde o ataque dos lobos três episódios atrás Deanna não fez nada além de andar por Alexandria como um zumbi, sua maior ação nos últimos episódios foi desenhar um mapa de como Alexandria poderia ser no futuro. Ela era um personagem que não adicionava e nem subtraia nada na trama, e sua morte não altera em nada o rumo que a história segue.

No fim, a única coisa que deu a esse episódio um cara de um último episódio foi a cena pós-créditos, o que é completamente anticlimática. Conclusão: você assiste o último episódio do ano de The Walking Dead e o único real avanço na história vir depois de uma hora é em uma cena pós-créditos (veja aqui).

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