Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Homem-Formiga… você certamente está bem familiarizado com esses nomes. Tratam-se de personagens bem famosos dos quadrinhos Marvel que ganharam ainda mais notoriedade após migrarem para as telonas do cinema.

Com quase todos os seus figurões das HQs já devidamente adaptados para filmes ou séries, a Casa das Ideais começa a peneirar algumas de suas histórias e personagens que, se possuem grandes histórias e um considerável culto de fãs, não chegam a estar no time A ou B de heróis mais conhecidos do grande público. É o caso da nossa querida Jessica Jones.

Mas quem é essa moça que o mundo mal conhece e já considera pacas? Ora, é a estrela da série que foi disponibilizada hoje, 20 de novembro, para todos os assinantes da Netflix! Mas, acima de tudo, é uma peça bem importante dos quadrinhos da Marvel.


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Considerando a tradição da Marvel nos quadrinhos, dá até para dizer que Jessica é uma criação bem recente da companhia. Fruto da imaginação do prolífico Brian Michael Bendis em parceria com o artista Michael Gaydos, Jessica apareceu pela primeira vez na edição de estreia de Alias, em novembro de 2001.

De lá para cá, foram um bocado de aventuras e reviravoltas. Aliás, talvez você deva pular esse parágrafo caso queira evitar spoilers em potencial (isso é, na hipótese da série seguir fielmente o cânone dos quadrinhos). O lance é que Jessica, além de ser uma investigadora privada, ainda se envolve romanticamente com o herói Luke Cage e até belisca uma vaguinha nos Novos Vingadores!

Nada mais adequado para uma mulher munida de força e resistência sobre-humanas que, de quebra, ainda é capaz de voar! É quase uma Supergirl bem politicamente incorreta, com alguns problemas com drogas, bebidas e… tá, talvez ela não pareça em nada com a heroína boazinha da DC no fim das contas.

Apesar de seus poderes, a vida de Jessica Jones é repleta de dramas e problemas reais, algo que, felizmente, a Netflix parece estar mais do que disposta a transportar para o seriado que, assim como Demolidor, deve seguir a linha mais pés-no-chão, mostrando um lado muito mais cinzento e menos colorido do universo Marvel.

Com tantos atrativos e um material de origem bem interessante para ser utilizado como base, não temos a menor dúvida de que a série vai dar o que falar ao longo dos próximos dias. Ah, e se você tiver um tempinho sobrando durante a sua maratona com a série, não deixe de voltar ao Observatório do Cinema para ler, muito em breve, a nossa crítica da primeira temporada de Jessica Jones!