The Walking Dead | Como a chocante morte do último episódio afeta o futuro da série

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Lembra de quando Carl (Chandler Riggs) perder um olho era considerado uma reviravolta chocante? O episódio de domingo (10) de The Walking Dead provou que estava disposto a ir muito mais longe que isso – que fique avisado, spoilers a partir daqui.

Naquela que foi facilmente a maior mudança que a série fez nos quadrinhos de Robert Kirkman, The Walking Dead matou uma das figuras mais importantes de sua história toda: Carl, o filho de Rick Grimes (Andrew Lincoln), protagonista da série. O choque é ainda maior porque Riggs é um dos apenas cinco atores da primeira temporada que continuavam envolvidos com a série.

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Carl e Michonne em The Walking Dead

Desde o começo, é inegável que Carl era o “combustível emocional” de Rick, começando as desventuras no mundo pós apocalíptico como uma criança pequena e terminando como um quase-herói de ação. Ele matou tantos zumbis e humanos quanto a maioria dos outros personagens da série, e argumentadamente realizou o ato mais corajoso de todos ao matar a própria mãe, na terceira temporada, antes de ela se tornar um zumbi. Carl ainda não morreu na série, mas revelou ao pai e à “madrasta” Michonne (Danai Gurira) que foi mordido por um zumbi durante a busca por Siddiq (Avi Nash).

Nos quadrinhos, Carl não é só um personagem que continua vivo, mas é um dos mais fundamentais da história. Após sobreviver à guerra contra Negan no arco de histórias atualmente sendo adaptado pela TV, reencontramos Carl como um adolescente que resolve se separar de seu pai, se mudando da Alexandria para Hilltop, a fim de treinar para se tornar um ferreiro. Lá, ele vive um romance com Lydia, um dos Sussurradores, grupo de humanos que sobrevive usando máscaras e roupas feitas de pele humana – é esse relacionamento que começa o primeiro grande conflito de Rick e seu grupo após a vitória contra Negan.

Rick e Carl no último episódio de The Walking Dead em 2017

A pergunta maior, portanto, é qual caminho The Walking Dead vai seguir para introduzir os Sussurradores sem Carl. É fácil especular: A série pode transformar Lydia de uma adolescente em uma personagem adulta, por exemplo, e fazer com que seu romance seja com Daryl (Norman Reedus) ou algum dos outros personagens; ou pode ser que Enid (Katelyn Nacon) seja uma “substituta” para Lydia e entre no grupo dos sussurradores. Ninguém sabe ao certo, por enquanto.

No entanto, a importância de Carl vai muito além de seu relacionamento com uma Sussurradora. Nos quadrinhos, ele é o único parente de sangue de Rick, já que a bebê Judith morreu na prisão junto com Lori (Sarah Wayne Callies). Na série, o herói ainda terá a filha pequena, embora ainda haja dúvidas se Rick é mesmo seu pai, já que ela pode ser filha de Shane (Jon Bernthal).

Carl em The Walking Dead

Alguns fãs também especulam que os quadrinhos desenham uma jornada de transformação para Carl que pode levá-lo a se tornar um vilão no futuro, com ecos do terrível Governador, enquanto outros pensam que seu destino e herdar o papel de herói da trama do pai. Sem ele na série, parece que essas possibilidades ficam eliminadas da narrativa, mergulhando The Walking Dead em uma incerteza e uma necessidade de reinvenção da qual até agora a série fugiu. Resta esperar para ver para onde isso vai levar.

The Walking Dead retorna em 25 de fevereiro de 2018.

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