Cauã Reymond aposta alto em seu mais novo trabalho nos cinemas. O galã deixa de lado o drama, a ação e o suspense que marcam os seus trabalhos na TV e no cinema para mergulhar em uma comédia pastelão ao lado de Tatá Werneck em Uma Dupla Quase Perfeita.

O longa conta a história de dois policiais que não têm nada em comum, mas se veem obrigados a trabalhar juntos. Ela é uma investigadora com métodos diferentes. Ele um subdelegado bonitão, porém nada eficiente. Juntos terão a missão capturar um serial killer na pacata cidade de Joinlandia.

Em entrevista ao Observatório do Cinema, Cauã Reymond revelou curiosidades sobre o filme e como foi contracenar com Tatá, conhecida por seus trabalhos de humor em séries, filmes, novelas e em seu talk-show. Reymond afirmou ainda que já tinha o desejo de fazer filmes policiais ou de humor negro.


Sob a direção de Marcus Baldini, a película conta ainda com as participações de Daniel Furlan, Alejandro Claveaux, Louise Cardoso, Ary França, Augusto Madeira, Gabriel Godoy, Luciana Paes, George Sauma, entre outros.

Confira nossa entrevista com Cauã Reymond:

Como surgiu o convite para o filme?

O filme surgiu de uma conversa com a Bianca Villar [produtora do filme]. Trabalhamos em Reza a Lenda. Ela me mostrou um filme da Tatá, TOC. E ela sugeriu a Tatá. Eu achei ótimo.

Vocês fizeram algum tipo de preparação?

A ideia era fazer um cara com raciocínio mais lento comparado ao dela. Eu vinha de trabalhos muito densos, dramas… Ao longo do projeto fui aprendendo muito sobre humor. Em alguns momentos eu atrapalhei muito o humor da Tatá. Foi um choque de estilos, mas a gente sai amadurecido.

Como analisa o trabalho da Tatá?

Ela é uma inspiração. Brilhante. Fizemos sim uma preparação. Como eu poderia entrar em contato com o humor da Tatá?

Em uma das cenas, a personagem da Tatá protagoniza uma cena ousada com você. Como se sentiu?

Foi ótimo. Me senti relaxado (risos).

Uma Dupla Quase Perfeita estreia em 19 de julho nos cinemas.

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