Ana e Vitória | “A história é contada de uma forma simples e poética”, diz duo sobre filme

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Sucesso entre o público teen, Ana e Vitória estreiam nesta quinta (02) o longa homônimo do duo, que mostra um pouco da vida das cantoras do interior do Tocantins. No enredo os primeiros passos da dupla, as inseguranças, as relações com os amigos, festas e os relacionamentos modernos.

No elenco Bruce Gomlevsky (“Deus É Brasileiro”, “Chico Xavier”), Erika Mader (“Somos Tão Jovens”, “Apenas o Fim”), Thati Lopes (“Porta dos Fundos”) e Clarissa Müller, influenciadora digital, que além de atuar, também faz participações cantando.

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Em entrevista ao Observatório do Cinema, a dupla contou detalhes do filme e como ele pode ser visto pelos fãs e espectadores: “A história é contada de uma forma simples, poética. São coisas que a gente vê o tempo todo”, afirmou Vitória.

O longa aborda de forma direta e descomplicada os mais variados tipos de relacionamentos, heterossexuais e homossexuais, tendo como pano de fundo canções românticas compostas especialmente por Ana.

Crítica | Ana e Vitória

Confira a entrevista:

Levando em conta o sotaque de vocês em um mercado dominado pelo eixo Rio-SP e o sertanejo, vocês ganharam o mercado…

Ana: Não sei se é o sotaque. O sotaque dá um carisma que as pessoas abraçam.

Vitória: É o conjunto de tudo. É fofo. Todo mundo acha que é Nordeste, mas é Norte. Quando chega uma coisa nova, é diferente, mas como está sendo vista agora… Mas é bem isso. De aceitarem o sotaque que elas [as pessoas] têm.

O filme abre um diálogo para falar sobre sexualidade?

Ana: Que o filme fez pensar sobre. Isso é muito massa. Fazer a galara dar uma refletida. Dentro de casa principalmente.

Vitória: Sim. Espero que sim. De uma forma leve, bonita. A história é contada de uma forma simples, real, poética. A vida é assim… São coisas que a gente vê o tempo todo: ‘Que massa! Estão falando disso sem tabu doideira’.

Há um salto de qualidade muito grande da primeira cena em relação ao restante do filme…

Ana: Ali era a gente pela primeira vez interpretando. Acanhada. Depois já enxergarmos de outra maneira. A primeira parte do filme é cronológica. Eu também sinto esse salto de qualidade. É bizarro.

Vitória: Foi bem no começo das gravações. Cena grande, segundo dia de gravação.

Qual música mais tocou vocês?

Ana: A minha favorita ‘É Amor’. Ela foi a primeira a existir. Fizemos uma versão muito linda.

Vitória: Pra mim é essa também.

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