The Witcher, da Netflix, fez muito sucesso já em sua primeira temporada, e tudo indica que a segunda será ainda melhor.

A chefe da série, Lauren S. Hissrich, revelou que a produção de The Witcher está ciente das principais críticas à primeira temporada, e que ajustes pontuais serão feitos para tornar a série mais dinâmica.

Com uma narrativa mais simples e direta e representatividade LGBTQ+, a 2ª temporada de The Witcher promete ser ainda mais interessante do que a primeira.


O segundo ano de The Witcher promete

Em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, a chefe de The Witcher, Lauren S. Hissrich, falou sobre as principais críticas feitas à 1ª temporada.

A produtora disse que não esperava que as linhas do tempo confusas fossem “um dos elementos mais contestados da série”, mas também revelou que a 2ª temporada será mais “intensa” e “focada”, apresentando uma estrutura diferente.

Ela também admitiu que a produção de The Witcher errou em pontos como o envelhecimento dos personagens – Jaskier não envelhece nada em décadas. Segundo ela, a passagem de tempo na 2ª temporada será feita de uma forma mais convincente.

Outro ponto citado foi a representatividade de personagens gays em The Witcher. Segundo Hissrich, essa questão será de fato trabalhada em episódios futuros.

Fãs sugeriram que Jaskier, companheiro de Geralt, teria uma atração sexual/romântica pelo amigo, mas Lauren negou que isso seja uma questão dentro da série.

Por outro lado, a jovem Ciri é de fato bissexual nos livros de The Witcher, ou seja, é possível que ao menos ela seja representada como LGBTQ+ na série.

É bom saber que os produtores de The Witcher estão empenhados em ouvir as criticas dos fãs. Tudo isso indica que a série deve buscar uma constante evolução, corrigindo os erros do passado.

A 1ª temporada de The Witcher está disponível na Netflix.