Embora tenha uma figura real como protagonista, a série Freud da Netflix apresenta uma história quase inteiramente fictícia. Para a frustração de muitos fãs, o Pai da Psicanálise nunca atuou como caçador de assassinos.

Já fazendo sucesso, a produção alemã pode ser considerada uma “ficção histórica”, que usa personagens e cenários reais para contar uma história fictícia.

O site Bustle explicou o que é real e o que é ficção na série Freud; confira abaixo!


Um personagem real 

A série Freud imagina um jovem Sigmund Freud utilizando suas habilidades de psicanálise para resolver os mais intrigantes crimes.

A produção é ambientada em Vienna, nos anos 1880. Na vida real, Freud realmente estudou medicina na Universidade de Vienna em 1873 e chegou a trabalhar no hospital da cidade.

Certos experimentos de Freud, como suas incursões pelo mundo da hipnose, foram inspiradas por eventos da vida real. 

Evento curioso

Outro aspecto da série que foi inspirada em um evento da vida real é a relação de Freud com a médium Fleur Salomé.

A personagem é levemente baseada em Andreas-Salomé, uma estudante, amiga e confidente de Freud. Embora não tenha sido identificada exatamente como “médium”, Salomé tinha grandes habilidades de enxergar conexões que outras pessoas não conseguiam ver.

No entanto, a linha do tempo da série não corresponde com a realidade. Na vida real, Freud e Salomé só se conheceram em 1911. O possível relacionamento romântico entre os dois também não foi confirmado.

Intencional 

De acordo com o diretor Marvin Kren, Freud não foi concebida como um relato histórico, mas uma exploração da personalidade de Freud, voltada para uma audiência mais moderna.

“Nós queríamos conquistar um público mais jovem e moderno. Por isso, misturamos elementos provocativas com aspectos históricos da vida de Freud”, contou Kren.

A primeira temporada de Freud está disponível na Netflix