Freddie Mercury faleceu em 1991, e deixou para trás um legado inegável para a comunidade artística e a cultura pop. Até hoje, os hits do cantor são ouvidos no mundo todo.

O cantor ganhou uma homenagem recente no filme Bohemian Rhapsody, no qual foi interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance.

Fãs da banda Queen sabem que Freddie Mercury teve uma intensa e agitada vida íntima, pessoal e sexual.


Confira abaixo!

Freddie e Mary

Embora seja conhecido por seu jeito extravagante e liberal, Freddie Mercury não chegou a assumir sua bissexualidade, mesmo sendo questionado frequentemente pela imprensa sobre o assunto. 

Um dos relacionamentos mais importantes da vida de Freddie Mercury foi com Mary Austin. Os dois se conheceram na década de 1970, quando a vendedora de roupas tinha apenas 19 anos. 

Mercury se apaixonou pela beleza e jeito de Mary Austin e passou a frequentar a loja de roupas que a jovem trabalhava para vê-la e conquistá-la. Cinco meses depois do primeiro encontro os dois passaram a morar juntos.

O relacionamento de Freddie Mercury e Mary Austin terminou, mas os dois continuaram grandes amigos até a morte do ator. Mercury inclusive foi padrinho do primeiro filho de Austin.

Especialistas e biógrafos de Freddie Mercury acreditam que Mary Austin foi o grande amor da vida do cantor. Mercury inclusive deixou grande parte de sua herança para a amada.

“Muitos dos meus amantes me perguntam por que eles não conseguem substituir Mary, mas é impossível. Mary é minha amiga, e eu não quero mais ninguém. Para mim, é como um casamento. Nós acreditamos um no outro, e isso é suficiente para mim”, revelou o cantor.

Outros relacionamentos

No final da década de 70, Freddie Mercury teve um curto affair com um executivo da Elektra Records e também se envolveu com a atriz austríaca Barbara Valentin.

Já em 1985, Freddie Mercury iniciou um relacionamento sério com Jim Hutton, o hair stylist que o acompanhou até o fim de sua vida. Mesmo após o diagnóstico de AIDS, Jim optou por não se afastar, e continuou ao lado de Mercury até o momento de seu falecimento.

Segundo Jim Jutton, Freddie Mercury foi diagnosticado com AIDS em 1987, e decidiu negar toda vez que fosse perguntado sobre o assunto. 

Os sinais, no entanto, eram claros. 

Freddie Mercury ficou acamado em seus últimos meses, e decidiu parar de tomar as agressivas medicações contra os efeitos do vírus e apenas esperar pela morte.

Uma nota sobre a doença de Freddie Mercury foi divulgada para a imprensa em 23 de novembro, e o cantor morreu um dia depois, devido aos efeitos de uma broncopneumonia causada pela AIDS.

Freddie Mercury foi sepultado 3 dias depois, e suas cinzas foram dadas a Mary Austin.