Crítica | Grace de Mônaco

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Baseado em acontecimentos reais, Grace de Mônaco conta a história de Grace Kelly (Nicole Kidman), famosa atriz dos anos 50, e de sua crise de casamento e identidade durante uma batalha politica entre o Príncipe Rainier (Tim Roth) de Mônaco e Charles de Gaulle (André Penvern) no final da década de 50 e inicio da década de 60.

O roteiro do filme é, em muitas partes, completamente desconexo: tem cenas descartáveis que duram tempo demais e outras com maior importância para a história que acontecem muito rapidamente, e tem uma quantidade absurda de acontecimentos desnecessários para o desenvolvimento da história que são jogados de maneira aleatória no decorrer do filme.

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Grace de Mônaco aponta muitos acontecimentos triviais da sua vida e poderia ter focado mais no relacionamento entre Grace e Rainier, e no modo como as escolhas pessoais de Grace alteravam não só o relacionamento dos dois, mas também a maneira que Rainier cuidava da política do país.

O filme não dá uma profundidade relevante para o relacionamento dos dois e muito menos para os acontecimentos políticos afetados por esse relacionamento.

No fim a única coisa que faz com que o filme não seja insuportável é a parte visual que apesar de tecnicamente não ter nada de muito especial é engrandecido pelas locações e figurinos.

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