Crítica | Beira-Mar

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Beira-Mar, o primeiro longa dos diretores Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, conta a história dos amigos Martin (Mateus Almada) e Tomaz (Maurício Barcellos) que viajam juntos ao litoral, onde eles começam a descobrir mais sobre si mesmos.

O filme tem uma premissa fraca: dois amigos viajando para pegar um documento para o pai de um deles (o que só descobrimos depois de um bom tempo passado do filme). Desenvolvimento de personagens mais fraco ainda, pois ambos iniciam o filme com personalidades quase apagadas, e permanecem assim por quase uma hora antes de começar a acontecer qualquer espécie de mudança com os personagens, e quando o desenvolvimento dos personagens começa a acontecer, é algo tão rápido e sem propósito que acaba de certa maneira deixando os personagens com personalidades menos interessantes.

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Outra coisa que inicialmente não afeta tanto, mas quando o filme chega ao final já está a ponto de causar desgosto, é a fotografia, que está constantemente instável e com o foco aparentemente perdido na cena, o que em vários momentos acaba nos fazendo perder detalhes que poderiam ser interessantes de se ver.

Beira-Mar, que aparenta ser alguma espécie de discurso pró-experimentação dos adolescentes, falha miseravelmente em atingir qualquer coisa, seja pela história “jogada” na tela, pelo desenvolvimento pobre de personagens ou talvez pelo final do filme, que é tão forçado que mesmo que o resto do filme fosse bom conseguiria estraga-lo.

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