Crítica | Fallen

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Durante a ultima década, muitas séries de livros bem parecidas em sua temática e estrutura foram lançadas, tendo como seu principal alvo um público adolescente, porém, não se limitando a isso. Posteriormente, as adaptações cinematográficas desses filmes começaram a aparecer com mais frequência nas telas dos cinemas. Fallen é apenas mais um exemplo desses, que chega com a tentativa de causar uma boa impressão para que sua sequência seja consolidada futuramente.

Fallen acompanha a personagem de Lucinda Price (Addison Timlin), garota que se muda para um reformatório e lá se apaixona por um anjo, Daniel Gregori (Jeremy Irvine), mas acaba se vendo em um jogo amoroso, uma vez que Cam Briel – que também é um anjo – tenta se aproximar dela. Sem dúvidas essa relação entre a personagem principal e mais dois garotos, como também o grupo de amigos que acompanha Daniel e Cam durante todo o filme, lembra bastante a estrutura de Crepúsculo, um dos filmes mais emblemáticos dessa geração de adaptações citadas anteriormente. Mas não só nesse aspecto dos personagens, como também na construção dos diálogos deles, há uma grande semelhança entre os filmes.

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Talvez a grande inovação de Fallen seja a estruturação de sua história por meio de elementos de uma cultura cristã. Claramente durante o filme é possível identificar que a autora da trama fundamentou sua história baseado muito em um estudo religioso. Normalmente sempre há essa esfera sobrenatural nesse tipo de série, mas que agora em Fallen é exposto através de entidades religiosas, como anjos, Deus e Lúcifer.

Entretanto, o que teria capacidade para ser uma das grandes qualidades do filme acaba se tornando algo extremamente clichê em sua forma, através de uma ambientação que peca na criatividade de representação, trazendo personagens superficiais, onde os elementos religiosos são jogados com o intuito de apenas ser mais um aspecto sobrenatural, como tantos outros em outros filmes.

Ainda na questão dos aspectos religiosos, sem dúvidas o grande mérito do filme mora em um novo conceito proposto por ele, situado entre o bem e o mau, e que gera toda o desenvolvimento da trama, trazendo consequências nos personagens de Luci e Daniel, que vivem um casal que é impossibilitado de ficarem juntos devido a escolha de Daniel por se situar nesse “meio” entre o bem e o mau.

Deste modo, Fallen se mostra um filme que tenta inovar em sua temática, mas acaba caindo no senso comum através do seu formato, mas por ser apenas o primeiro filme da série, têm ainda um potencial de ser melhor explorado futuramente.

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