Crítica | Um Homem Chamado Ove

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Frequentemente associamos um filme europeu a um modo de se fazer cinema não tão tradicional quanto ao americano, trazendo na maioria das vezes inovações estéticas e temáticas. Entretanto, cada vez mais países europeus vêm se especializando e nos apresentando uma filmografia mais clássica, um exemplo disso é através do filme sueco indicado ao Oscar nomeado como Um Homem Chamado Ove.

Ove, interpretado por Rolf Lassgård, assim como o filme é um personagem também muito quadrado. Desta forma, é adotado como recurso principal da trama elucidar como Ove muda suas atitudes, se tornando um cara mais maleável ao decorrer da história.

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Temos então a “morte” como um dos temas principais do longa, onde assim como a grande maioria dos filmes que tratam deste mesmo assunto, acabam caindo em um lugar-comum, onde as ações e até mesmo os personagens são munidos de uma grande previsibilidade.

Contudo, mesmo tendo alguns pontos negativos, o filme consegue causar empatia através desses mesmos personagens, dos quais agem como um tipo de impulso para o senhor Ove, que vive um dilema tamanho mediante um possível suicídio.

O filme também se utiliza de um recurso muito comum, onde é representado em tela o passado de Ove e de sua esposa Sonja em uma tentativa de apresentar os significantes ao longo de sua vida. O curioso é que tecnicamente falando, não há o emprego de uma variação tão grande das possibilidades de recursos cinematográficos, tornando por exemplo, a fotografia algo monótono e chapado.

Um Homem Chamado Ove nada mais é do que um filme cordial que aborda um tema muito comum, utilizando-se de recursos simples mas funcionais. Chamando mais a atenção por meio da própria interpretação do ator Rolf Lassgård do que propriamente através da natureza do personagem.

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