Crítica | Mazinger Z: Infinity

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Mazinger Z: Infinty chega aos cinemas com cara de televisão. Longo, o filme poderia ter muitos minutos a menos e, se dentro do gênero de ficção científica não se destaca, dentro do gênero de desenhos e animes pouco tem a oferecer do que o clássico japonês de brigas de robôs gigantes.

A história é mais confusa do que complexa. Fosse um live action, o longa poderia deslumbrar com a quantidade de robôs e suas mais variadas formas. Infelizmente, o anime apenas os joga na tela. Simplesmente não existe chance do espectador que não está por dentro da franquia Mazinger Z se sentir confortável durante a narrativa.

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As personagens têm pouco do apelo carismático que normalmente se vê no gênero e a mistura repentina de personagens surrealistas com outros bastantes pautados na realidade também é uma mistura que não funciona no longa. Pouco é dito sobre as motivações do vilão.

Mazinger Z: Infinity não deve agradar ao público que não está familiarizado com animes e, tampouco, o que está. No máximo, uma película daqueles que já gostavam da série animada. Mesmo as cenas de ação, apesar de bem executadas, pouco animam, e não servem para justificar o longa.

Assim, o filme chega sem brilho e sem função própria. O público deve ser muito específico e, mesmo tentando se sustentar por si só, o filme deixa a desejar em todos os aspectos, com exceção, talvez, da animação em si que é, mesmo que boa, mal aproveitada.

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