Crítica | Ana e Vitória

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Do interior do Tocantins para a Europa. Depois de se apresentarem no início do ano no Rock in Rio Lisboa, o duo Ana e Vitoria acabam de lançar um longa que conta um pouco da história das cantoras. O filme aborda de forma direta e simples tudo o que acontece com milhares de jovens: os dilemas do amor.

Em suas obras – A Cama na Varanda, O Livro do Amor I e II e Novas Formas de Amar – e também no programa Amor & Sexo, da Globo, a psicanalista Regina Navarro Lins fala abertamente – e com uma linguagem objetiva – sobre o amor e as suas formas de amar. Sim há muitas formas.

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No começo, Ana e Vitória dá uma leve derrapada, mas logo se mostra uma arma poderosa no combate à homofobia, ao machismo, dando voz às mulheres nos seus mais variados sentidos, entre eles, a obrigação de seguir padrões de beleza. E ao amor: o amor livre. Ao seu modo e no seu tempo. Ao mesmo tempo…

Particularmente, fico muito feliz quando artistas de outras regiões, fora do eixo Rio-SP, ganham notoriedade e conquistam um mercado tão viciado como o nosso. Afinal, somos um país continental com uma pluralidade infinita de talentos. Inúmeros talentos.

O destaque fica com as meninas que interpretam quase que naturalmente muitos dos “causos” retratados no roteiro assinado e dirigido por Matheus Costa – responsável por aproximar as redes sociais e a música aos acontecimentos, inclusive as ações de merchandising, com as histórias sem ser cansativo.

A sinopse deixa no ar: Ana e Vitória se conhecem em uma festa e decidem cantar juntas. São descobertas por um empresário carioca e chegam ao estrelato, recebendo um disco de platina. Ana está em busca do amor de sua vida e Vitória em busca de um amor livre e sem amarras. Será que conseguirão viver um grande amor?

Existe um amor pra vida toda ou um amor de verão? Ana e Vitória é quase uma Malhação [novela teen da Globo] mais moderna, apimentada, tendo como base a música, canções compostas por Ana, e o humor – mérito também dos demais atores Clarissa Müller, Bryan Ruffo, Caíque Nogueira, Victor Lamoglia e Hamilton Dias.

Amor existe? Dá pra acreditar? Como é isso?

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