Crítica: Loki – Temporada 1 – Episódio 1

Nova série da Marvel Studios para a Disney + começa discutindo as variantes do tempo com bom humor e melancolia

Publicado em 9/6/2021
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Finalmente chegou o momento solo do Deus da Mentira e Trapaça dentro do Universo Cinematográfico da Marvel!

Ops!

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Mentirinha.

Sim, está disponível o primeiro episódio ‘Glorioso Propósito’ da aguardada série Loki, pertencente a Fase 4 da MCU. No ano de 2021, já tivemos WandaVision, e mais recentemente, Falcão e o Soldado Invernal. Fazendo de Loki, a terceira produção da nova fase a ser iniciada pela MCU.

Assim, como as duas produções anteriores, testemunharemos os eventos ocorrentes pós-Vingadores: Ultimato quando o grupo de super-heróis retornou no tempo para juntar as Joias do Infinito na intenção de reviver todos os apagados pelo Blip (estalar dos dedos de Thanos).

Enquanto viajavam pelo passado, deixaram o irresistível “vilão” Loki (Tom Hiddleston), irmão de Thor, escapar com o Tesseract (Joia do Espaço). Porém, o Deus da Mentira e Trapaça não contava com a aparição de agentes da AVT (Autoridade de Variância Temporal), que é uma organização responsável por preservar as linhas do tempo do universo.

Agora, com Loki capturado, qual será o destino do famoso enganador da Marvel?

Dupla dinâmica?

Interessante que a Marvel Studios vem trabalhado em suas séries com o modo duplas: primeiro, Wanda Maximoff e Visão; e depois, Sam Wilson e “Bucky” Barnes.

Logo, quando observamos o título Loki, imaginamos um ato solo. No entanto, a julgar pelo primeiro episódio, parece que não será assim, pois o Agente Mobius (Owen Wilson) parece mais do que determinado a ser um páreo duro para o convencido Loki de Tom Hiddleston.

O destaque maior do episódio “Glorioso Propósito”, por enquanto, fica com Wilson, que com humor sutil e algumas estocadas verbais foi capaz de se igualar ao charme temperamental de um dos vilões favoritos da Marvel.

A troca de farpas entre os dois em uma sala grande, enquanto o agente da AVT mostra para Loki suas “estupendas” façanhas é o momento mais alto até aqui.

Um novo mundo

Outro destaque, que merece ser exaltado no episódio, vem pela notável direção de arte que mistura uma ambientação de escritório da década de 70, vide as cores e design dos móveis, acompanhadas de uma alta tecnologia de armas e computação gráfica.

E, ainda deixou um gostinho de curiosidade na boca, de forma que foi possível observar em apenas uma única cena o mundo exterior nesse novo plano dimensional que faz parte de Loki da Disney+, que lembrou algo similar à República em Star Wars.

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