Carrie Fisher enfrenta julgamento sobre morte de jovem que vivia em sua casa

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A atriz Carrie Fisher falhou em seu esforço para escapar de um complexo processo legal sobre a  morte de uma mulher de 21 anos por overdose de heroína e que vivia em sua casa de hóspedes durante dois meses.

Uma moção de Fisher para ser removida de um processo por negligência, que gira em torno da morte de Amy Breliant, foi negado pela Juíza da Corte Superior de Los Angeles, Laura A. Matz.

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A decisão significa que Fisher continuará a ser um réu no caso ao lado dos médicos Stephen Marmer e Warren Boyd, que eram responsáveis pela supervisão da rede de reabilitação que Breliant estava sob os cuidados quando morreu.

“Fisher não conseguiu encontrar uma forma de provar que ela não pode ser considerada responsável, como uma questão da lei, para a realização de Boyd, um empreendedor conjunto”, diz a ordem de Matz.

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Segundo a denúncia original, arquivado em 2013 pela família de Breliant, Fisher permitiu a pousada em seu estabelecimento em Los Angeles para ser utilizado por Boyd, que mantinha uma rede de casas de ajuda a viciados em drogas. De acordo com esse documento do tribunal, Breliant foi realocada, em junho de 2010, para ficar na casa de Fisher para fins de “reabilitação”.

Em troca de oferecer o espaço da sua casa, Fisher foi paga com “uma cota de lucros ou receitas de Boyd, referente a US$ 10 mil  semanais”, alega a denúncia. Esses pagamentos são evidências de que a atriz estava efetivamente envolvida nos negócios com Boyd.

 

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