Martin Scorsese revela que quase morreu de overdose antes dos 40 anos

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Martin Scorsese se abriu em entrevista para o THR sobre o momento mais difícil de sua vida, e como ele o conduziu à fé católica que gerou o épico Silence, seu mais recente filme.

“Após terminar New York, New York [1977], eu comecei a correr riscos. Eu estava fora do meu tempo e do meu lugar, e minha vida estava de cabeça para baixo. Eu estava abraçando o outro lado, sentia atração por essa parte perigosa da existência. Então, no Dia do Trabalho, eu me vi no hospital, surpreso por ter passado tão perto da morte”, comentou.

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“Foi um número de coisas que aconteceu ao mesmo tempo. Eu estava abusando de medicamento de prescrição, e meu corpo reagiu de formas estranhas. Eu estava muito magro, não eram só as drogas, mas também a asma. Eu fiquei no hospital por 10 dias e noites, e eles cuidaram bem de mim, esses médicos, e eu comecei a pensar que não queria morrer”, disse ainda.

“Eu havia me afastado da fé há muito tempo, fui ingênuo e neguei tudo o que aprendi, mas naquele momento rezei, mesmo que só para passar por aqueles 10 dias e noites. Eu pensei que, se fosse salvo ali, deveria ser por alguma razão”, comentou por fim.

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Scorsese trabalha há 28 anos na adaptação do romance de Shusaku Endo, Silence, e o filme recém-lançado é um dos grandes candidatos a vencer o Oscar nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado (que Scorsese divide com Jay Cocks).

Silence estreia em 26 de janeiro no Brasil e tem Andrew Garfield, Adam Driver e Liam Neeson no elenco.

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