Bryan Singer, diretor de X-Men, apaga o Twitter e manda deletar artigos que o acusam de assédio

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A tempestade de acusações de assédio ligadas a pessoas de Hollywood parece realmente não ter fim. Dessa vez, voltaram à tona acusações contra o diretor Bryan Singer.

Nesse mês de novembro, uma série de tuítes de um homem chamado Julian Smith apareceram, onde ele ele alega que Singer o abusou sexualmente no início dos anos 2000. Esses tuítes foram apagados.

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Essa denúncia fez com que pessoas começassem a falar novamente sobre Bryan Singer, o que fez com que o diretor prestasse atenção nas notícias e, em rápida resposta, deletasse sua conta no twitter.

Além disso, um usuário do blog Reddit percebeu que os artigos escritos que abordam essas alegações sobre assédio sexual foram removidos – confira aqui. As informações são do ThePlaylist.

Aparentemente, a assessoria de imprensa do diretor está controlando diversas ações e tentando minimizar danos à imagem de Singer. Lembrando que já houveram alegações de abusos sexuais feitos por Singer na década de 90.

Em 1997, uma garota de 14 anos o acusou de pedir a ela e outros menores de idade que gravassem uma cena de banho pelados para o filme O Aprendiz, de 1998. A alegação foi desmentida por falta de provas.

Em 2014, o ator Michael Egan III acusou Singer de abuso sexual feito em 1999. Singer foi acusado de drogar e estuprar Egan, que na época era menor de idade, no Hawaii e em Los Angeles durante o lançamento de O Aprendiz.

Os próximos filmes de Bryan Singer são Bohemian Rhapsody, cinebiografia de Freddie Mercury estrelada por Rami Malek; e uma ficção-científica chamada Uprising.

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