Contrato de ator de novo filme de Woody Allen não o impede de criticar o diretor

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No início dessa semana, Timothée Chalamet, astro de Me Chame Pelo Meu Nome e protagonista de A Rainy Day in New York, próximo filme de Woody Allen, revelou que vai doar o salário recebido pelo trabalho com Allen ao movimento #MeToo.

A atitude de Chalamet foi tomada após as denuncias de assédio sexual de Dylan Farrow contra Allen voltarem à tona e o ator chegou a criticar o diretor devido a isso. Chalamet, porém, parou de fazer comentários contra Allen no meio da semana alegando que uma parte do seu contrato pelo trabalho em A rainy Day in New York o impedia de criticar Woody.

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Acontece que, segundo o Huffington Post, não há clausula alguma assim no contrato de Chalamet. O HuffPost também comentou o caso, e alguns atores tem dito que Chalamet tem jogado de ambos os lados para conseguir mais votos durante o SAG Awards, premia no qual ele concorre como Melhor Ator. Timothée estaria tentando mostrar apoio a Dylan, ao mesmo tempo em que não critica Allen, conseguindo assim apoio de tanto aqueles que apoiam Farrow, quanto os que apoiam o diretor.

As denúncias contra Allen têm feito com que diversos atores prometam nunca mais trabalhar com o diretor, como é o caso de Colin Firth.

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