Ex-assistente pessoal de Harvey Weistein processa o ex-produtor: “Me ditava e-mails pelado”

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A ex-assistente pessoal de Harvey Weinstein, Sandeep Rehal alegou que o comportamento predador sexual de seu ex-chefe era rotina para ela.

Segundo a própria Sandeep, em entrevista para o site The Hollywood Reporter, Harvey a forçava a trabalhar naquele ambiente, no qual ela classificava como um lugar “perverso e sexualmente hostil”.

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Por mais de dois anos, Rehal foi assistente pessoal de Weistein e agora, decidiu processar o ex-produtor de Hollywood, além da antiga empresa dele, a The Weinstein Company, por discriminação e assédio.

Segundo a moça, em fevereiro de 2015, atingiu um ponto de extrema crise emocional, que a forçou a sair do emprego. Tinha 26 anos quando começou a trabalhar para a TWC, em 2013 e rapidamente aprendeu que não há limites para Weinstein.

“Muito da rotina profissional da Sra. Rehal envolvia satisfazer as necessidades sexuais de Harvey Weinstein, além de também acatar ordens abusivas de membros da família, além de ser forçada a não denunciar os encontros sexuais de Harvey e também, limpar o local”, afirma o relato do processo.

O envolvimento, seguindo Rehal, incluía manter uma lista de contatos para Harvey, no qual tinha que destacar quais eram suas “garotas”, arrumar um apartamento próximo ao escritório, comprar lingerie e também, administrar o estoque de injeções contra disfunções eréteis de Harvey.

Outra alegação da jovem é que muitas vezes no trabalho, Harvey ficava pelado e que gostava de ficar assim quando ditava e-mails, além de tê-la assediado no carro dele e proferido comentários sexuais na frente de outros empregados da empresa.

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