Harvey Weinstein se recusa a falar no próprio julgamento; advogados criticam promotoria

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O Deadline reporta que megaprodutor Harvey Weinstein, preso na última sexta (25) em Nova York (EUA) decidiu se recusar a servir como testemunha em seu vindouro julgamento.

Em declaração oficial, os advogados de Weinstein, liderados por Benjamin Brafman, contextualizaram a decisão: “O Sr. Weinstein e nossa equipe legal foram injustamente privados do acesso de documentos que seriam importantes para prepará-lo para testemunho”.

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Weinstein pagou a fiança estabelecida em US$ 10 milhões (R$ 36 milhões) e vai aguardar julgamento em liberdade, embora use uma tornozeleira de GPS para garantir sua estadia em Nova York.

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O caso mais sólido que as autoridades possuem contra Weinstein envolve uma mulher chamada Lucia Evans, que acusou Weinstein se obrigá-la a praticar sexo oral nele em 2004. O relato de uma segunda vítima, não nomeada, está incluído no processo oficial.

É por essas acusações, entre as mais de 60 que surgiram contra Weinstein desde os primeiros artigos do The New York Times no ano passado, que o produtor deve responder na justiça.

Entre as mulheres que alegam assédio e abuso por parte de Weinstein, atrizes como Ashley Judd, Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie, Léa Seydoux, Lupita Nyong’o, Asia Argento, Rose McGowan, Lena Headey, Mira Sorvino e muitas outras.

Pouco após as acusações surgirem na imprensa, Weinstein foi demitido de sua produtora, a The Weinstein Company, que subsequentemente foi à falência e foi vendida.

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