O assassinato do rapper norte-americano Tupac está próximo de completar 22 anos, e sem o assassino do cantor ter sido descoberto pelas autoridades. Ainda que tanto tempo depois possa parecer que não há mais nada a ser feito para encontrar o responsável, a Polícia Metropolitana de Las Vegas falou recentemente que o caso segue aberto.

“Nós estamos atentos às declarações feitas em uma entrevista na BET sobre o caso de Tupac. Como resposta a ela, passamos os últimos meses revendo completamente o caso. Os vários relatos de que um mandado de prisão está prestes a ser enviado são imprecisos. Esse caso segue aberto como um caso de homicídio”.

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A entrevista a qual a Polícia se refere foi dada há alguns meses por Duane Keith Davis, em membro de uma gangue e conhecido por Keffe D. Apesar de não revelar a identidade por conta do “código das ruas”, ele não negou que seu sobrinho e ex-suspeito “Orlando Anderson” pode ter disparado as quatro balas que mataram Tupac. De acordo com Keffe D, os disparos vieram do banco de trás do seu carro.

“Pessoas estão me perseguindo pelos últimos 20 anos. Estou vindo à público agora porque estou com câncer e não tenho mais nada a perder. Tudo o que me importa é a verdade”.

Orlando Anderson nega que tenha sido o atirador. Tupac morreu no dia 7 de setembro de 1996, uma semana após ser baleado e não resistir aos ferimentos.