O novo documentário Killing Michael Jackson, que fala sobre a morte do Rei do Pop, traz investigadores do caso tratando abertamente sobre o 25 de junho de 2009. Há dez anos, o cantor era encontrado morto.

Em seu quarto, os investigadores encontraram um ambiente bagunçado. Além disso, revelaram cicatrizes do corpo de Michael Jackson e a falta de cabelo da estrela, algo que era desconhecido pelo público.

“Então a autópsia inicial não mostrou muito. Nada que você ache chocante para um corpo de 50 anos de idade. Ele era relativamente saudável. Ele era um homem que não deveria ter morrido”, explicam os investigadores sobre o cantor.


O documentário foi lançado no Reino Unido. Chamou atenção de muitos fãs um bilhete que foi encontrado no quarto de Michael Jackson.

“Disciplina com amor, sem violência, nunca”, dizia a mensagem.

Michael Jackson faleceu por intoxicação de propofol, receitado pelo médico Conrad Murray. O profissional foi até condenado por homicídio involuntário.

O detetive Scott Smith, que participa do documentário, ainda comentou sobre como encontrou Michael Jackson. O investigador notou que o cantor estava careca.

“O estranho é que me vi olhando fixamente para sua cabeça, o couro cabeludo. Porque sempre que ele estava em público ele usava uma peruca. Olhando para o couro cabeludo, o alto da cabeça estava severamente marcado. Dificilmente tinha algum cabelo nas laterais. Para ele que aparecia em público com o cabelo solto, isso era um pouco diferente”, relatou o profissional.

Em 1984, Michael Jackson e os irmãos assinaram um contrato recorde com a Pepsi, de 4 milhões de libras. Nas gravações de um anúncio, o cabelo do astro ficou preso, o que resultou na perda do mesmo.

Veja algumas fotos do documentário abaixo.