Scarlett Johansson esclarece comentários polêmicos sobre viver minorias em filmes

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Scarlett Johansson, a atriz mais bem paga de Hollywood, divulgou uma declaração a respeito dos comentários que fez sobre a repercussão de sua participação em papéis de minorias.

Depois que a citação foi recebida com muitas críticas, um representante de Scarlett Johannson enviou ao Comic Book um comunicado da atriz esclarecendo seus comentários e dizendo que estavam fora de contexto.

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“Uma entrevista que foi publicada recentemente foi editada para chamar atenção, tendo sido amplamente tirada de contexto. A pergunta que estava respondendo na minha conversa com o artista contemporâneo, David Salle, era sobre o confronto entre política e arte. Pessoalmente sinto que, em um mundo ideal, qualquer ator deveria ser capaz de interpretar qualquer um e a Arte, em todas as formas, deveria estar imune à política”, escreveu.

“Esse era o assunto que eu estava abordando. Reconheço que, na realidade, existe uma discrepância ampla na minha indústria que favorece os atores caucasianos, cis e de gênero, e que nem todo ator recebeu as mesmas oportunidades que eu tive. Continuo apoiando a diversidade em todos os setores e continuarei a lutar por projetos em que todos estejam incluídos.”

Os comentários originais vêm de uma entrevista na revista AS IF. Na trecho da entrevista, Scarlett Johansson é citada dizendo:

“Como atriz, eu deveria poder interpretar qualquer pessoa, qualquer árvore ou qualquer animal, porque esse é o meu trabalho e os requisitos do meu trabalho. Eu sinto que é uma tendência no meu negócio e isso precisa acontecer por várias razões sociais, mas há momentos em que fica desconfortável quando afeta a arte, porque eu sinto que a arte deveria estar livre de restrições. Acho que a sociedade estaria mais unida se permitíssemos que os outros tivessem seus próprios sentimentos e não esperassem que todos sentissem o mesmo que nós.”

Scarlett Johansson já foi amplamente criticada por ter interpretado a protagonista de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, que originalmente é uma mulher asiática, e por ter aceitado um papel na biografia Rub & Tug, em que interpretaria um personagem transsexual.

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