O livro Bad: An Unprecedented Investigation into the Michael Jackson Cover-Up, do jornalista investigativo Dylan Howard, garante trazer trechos de um diário secreto do Rei do Pop. Nele, estariam os pensamentos dos dias finais de vida do cantor.

Antes de morrer, Michael Jackson estava pronto para retornar aos palcos. O suposto diário afirma que o Rei do Pop tinha muitos planos com o dinheiro.

Primeiro, o músico esperava ganhar quase US$ 20 milhões por semana. O famoso também esperava virar um “ator, diretor e cantor multi-bilionário”.


Nesse diário, o cantor cita que faria contratos com estúdios de Hollywood e com empresas de material esportivo, como a Nike. Michael Jackson, além dos shows, queria ser um garoto-propaganda.

As 12 páginas mostradas no livro dão conta de que Michael Jackson queria ser “imortalizado” quando morresse. O cantor queria ter a mesma fama de Charlie Chaplin ou Walt Disney, por exemplo.

Ao mesmo tempo, Michael Jackson estaria querendo começar a administrar a própria fortuna. Nesse diário, há lembretes para ele contratar advogados e contadores em quem ele poderia confiar.

Porém, as páginas também trazem um outro lado de Michael Jackson.

Medo de Michael Jackson

O mesmo diário indica que Michael Jackson também começava a temer a morte. Não apenas isso, o Rei do Pop desconfiava que alguém poderia matá-lo.

“Tenho medo que alguém tente me matar”, diz um trecho acompanhado de “o mal está em todo o lugar”. “O sistema quer me matar pelo meu catálogo”, continua ainda o suposto diário.

O jornalista conclui que os trechos não reforçam uma teoria da conspiração. Pelo contrário.

O autor diz que o diário mostra um homem “se matando lentamente com o uso de remédios”. Na visão do jornalista, muitas pessoas tiraram proveito de Michael Jackson enquanto ele estava nessa condição.

Michael Jackson morreu em 2009. O Rei do Pop teve uma parada cardíaca causada por uma overdose de remédios.