Michael Jackson morreu há pouco mais de dez anos, e ainda deixa saudades em fãs do mundo inteiro. O Rei do Pop teve uma carreira astronômica, marcada pelo talento, polêmicas e muito dinheiro.

A vida do astro sempre foi conhecida por estar envolta em mistérios e grandes controvérsias. Detalhes interessantes foram revelados após sua morte.

Em 2019, o documentário Killing Michael Jackson (Matando Michael Jackson) foi lançado pela Amazon Prime, e divulgou ao grande público várias informações sinistras sobre o falecimento do astro.


Confira abaixo alguns destes detalhes!

Brinquedos e fotos

Killing Michael Jackson conta com entrevistas impactantes com o detetive Orlando Martinez, da divisão de homicídios da polícia de Los Angeles.

Martinez foi um dos três detetives que investigaram a morte de Michael Jackson, e teve acesso à cena do crime intocada. No documentário, ele revela a situação do quarto do Rei do Pop e suas primeiras impressões.

“Havia um computador na cama, e uma boneca também. Além disso, haviam várias fotos de bebês, tiradas de propagandas, provavelmente. Todos sabiam das alegações de pedofilia feitas contra ele, e eu realmente encontrei esse laptop… Mas é aí que você tem que pensar: devo acessar esse computador? Porque o que eu estava investigando era apenas a morte do Michael”, revelou Martinez.

Foi o detetive Martinez que encontrou o frasco vazio no medicamento Propofol, causa da morte do Rei do Pop.

“É como qualquer outro caso: Você não pode deixar suas impressões sobre a vítima influenciarem a investigação da morte. A análise deve sempre ser focada em como ele morreu e quem era o responsável”, contou Martinez.

No caso de Michael Jackson, o responsável foi o médico Conrad Murray, que ministrava remédios extremamente fortes no cantor sem antes analisar as consequências.

“Na minha cabeça, eu só conseguia pensar no que ele havia feito. Drogar alguém da maneira que ele fez, mesmo com a permissão da pessoa, não acho que seja algo permitido pela lei. Falando sério, ele tinha Propofol suficiente para derrubar um rinoceronte”, revelou o detetive.

Murray foi condenado por homicídio culposo, e serviu apenas metade dos 4 anos de prisão previstos em sua sentença.

Em Killing Michael Jackson, os detetives que investigaram o caso expressam frustração pela decisão do tribunal. Para eles, o médico deveria ter sido condenado por assassinato de segundo grau, não apenas homicídio culposo.

Killing Michael Jackson está disponível no Amazon Prime Video.