Experiência com fantasma e mais: Veja segredos de atriz de Emily em Paris

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Lily Collins, de Emily em Paris, já nasceu em família famosa, como filha de Phil Collins, mas isso não quer dizer que toda a sua vida foi fácil. A atriz já batalhou contra a anorexia, já passou por relacionamento abusivo e, aparentemente, já foi até assombrada por fantasmas. 

Em 2017, a atriz estrelou O Mínimo para Viver, filme da Netflix com Keanu Reeves. Nele, ela interpreta uma mulher lutando contra a anorexia, algo que ela própria já enfrentou anteriormente. 

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Conforme revelou em seu livro de memórias (via artigo de Mariel Loveland do Nicki Swift), Lily Collins desenvolveu anorexia quando tinha apenas 16 anos e batalhou contra isso até pouco depois de completar seus 20 anos. 

 Em meio a dramas de família, além de sua dificuldade a lidar com a escola, carreira de modelo, audições e vida social, ela acabou desenvolvendo o distúrbio alimentar. 

“Eu não conseguia lidar com a dor e confusão acerca do divórcio de meu pai, e estava tendo dificuldades em equilibrar minha adolescência com minhas ambições na carreira – coisas que eu escolhi, mas extremamente focadas na minha aparência”, escreveu a atriz de Emily em Paris

Felizmente, ela conseguiu superar esse problema. “Hoje em dia, eu amo meu corpo”. 

 Outro problema enfrentado por Lily Collins foi um relacionamento abusivo, isso antes de ficar noiva de Charlie McDowell. Ela não chegou a citar nomes, mas parece ter sido algo que a abalou bastante. 

“O tempo todo ele dizia, ‘shh, shh’, se eu tinha opinião era, ‘shh’. Ou se eu falasse um pouco, porque gostava muito de alguma coisa, era ‘shh’”, relatou a atriz. 

“Era muito confuso para mim, porque eu me sentia muito pequena. Nem sequer me escutava; era um automático ‘shh’. Isso ficou comigo”.

Fantasmas

Mais recentemente, a atriz de Emily em Paris contou sobre ter sido assombrada enquanto se preparava para o papel de Liz Kendall, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal. 

Em entrevista ao The Guardian (ainda via artigo do Nicki Swift), a atriz contou que acordava todos os dias às 3:05 da manhã. 

“Eu comecei a acordar com imagens repentinas, como resultados de uma briga”, revelou Lily Collins, que, após uma pesquisa do Google, descobriu algo aterrador. “3 da manhã é o horário em que o véu entre as realidades se torna mais fino e é quando alguém pode ser visitado”. 

Com isso, ela começou a acreditar que estava sendo visitada pelas vítimas de Ted Bundy. 

“Eu não fiquei assustada – senti-me apoiada. Senti que as pessoas estavam dizendo: ‘estamos aqui escutando. Estamos aqui para apoiá-la. Obrigada por contar a história”, disse a atriz de Emily em Paris

Em todo caso, acordar com flashes macabros não parece ser uma experiência muito boa. 

Lily Collins pode ser vista em Emily em Paris, já disponível na Netflix. As outras obras aqui citadas, O Mínimo para Viver e Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal também estão na plataforma de streaming. 

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