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Parente causa polêmica com leilão de item bizarro de Michael Jackson

Publicado por Guilherme Coral

02/10/2020 09:58

Marsha Stewart, prima de Michael Jackson está vendendo um item bastante inusitado relacionado a Michael Jackson: a bolsa de soro intravenoso, a mesma que continha a dose fatal de propofol, responsável pela morte do Rei do Pop.

O kit contém a bolsa e o tubo utilizado para administrar as drogas e chega a conter uma mancha de sangue de Michael Jackson. Ao menos é o que alega Marsha Stewart, que diz que a bolsa foi tirada do seu quarto pouco após sua morte.

A prima do Rei do Pop diz que pegou a bolsa da mansão onde Michael Jackson faleceu. Ela diz que viu o item ao lado da cama do primo e que havia um “fluido branco” dentro da bolsa.

Ela está vendendo a bolsa em leilão e busca conseguir ao menos 2500 dólares por esse item bizarro – e trágico – relacionado à história de Michael Jackson.

Não há como saber, contudo, se ela diz a verdade. Parece um tanto estranho que ela tenha esse item e não a polícia, visto que isso serviria para determinar a causa da morte do artista.

Veja o vídeo com a prima de Michael Jackson anunciando o item, abaixo.

O medo de Michael Jackson

Michael Jackson foi um visionário da música, revolucionando a maneira como videoclipes eram produzidos com sua criatividade.

Talvez o trabalho mais marcante de Jackson tenha sido Thriller. O videoclipe da música foi dirigido por John Landis, que trabalhou em Um Lobisomem Americano em Londres.

O videoclipe tinha um forte tom sombrio, homenageando o gênero de terror de um jeito muito criativo.

Thriller assombrou muitos por anos, principalmente os mais jovens. O que as pessoas podem se esquecer é que o próprio Michael Jackson ficou assustado com o videoclipe, mas não do jeito que a maioria poderia pensar.

Influenciado por sua mãe, Michael Jackson cresceu como um membro praticante da fé das Testemunhas de Jeová.

Assim que “Thriller” teve sua produção concluída, o músico foi informado por líderes da igreja que o videoclipe “encorajava a adoração ao Diabo” com suas cenas macabras. Portanto, se fosse lançado, ele seria excomungado.

Michael Jackson ficou desesperado com a notícia, porque naquele momento seu maior medo era ser afastado da igreja.

O músico informou a seu advogado, John Branca, que queria destruir Thriller. O advogado odiou a ideia, argumentando que Michael Jackson devia apenas acrescentar um aviso ao início do videoclipe, destacando sua posição.

O músico concordou, e o aviso foi acrescentado ao videoclipe, dizendo: “Devido às minhas fortes convicções pessoais, desejo enfatizar que este clipe de forma alguma endossa qualquer crença no ocultismo.”

Michael Jackson também enviou um comunicado aos líderes da igreja. No texto, explicou que “queria apenas fazer um curta-metragem bom e divertido, não algo que propositalmente assustasse as pessoas ou fizesse qualquer coisa ruim”.

Michael Jackson nunca foi excomungado, mas curiosamente, com o passar dos anos, o próprio músico resolveu se afastar da igreja.

Michael Jackson morreu em 2009. Ele tinha 50 anos de idade.

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