Pixels, filme sobre a invasão dos games no mundo real, não está arrecadando o esperado nas bilheterias – até agora, juntou apenas US$ 52 milhões pelo mundo para seu orçamento de US$ 88 milhões – e parte do culpado tem sido um dos protagonistas, Adam Sandler, cuja atuação vem sendo muito criticada.

O ator, porém, ganhou um defensor poderoso: ninguém menos que o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos. No final do ano passado, a rede de streaming fechou contrato com Sandler para a produção de quatro filmes originais.

“Definitivamente não preciso defender Adam Sandler. Pixels arrecadou US$ 24 milhões na abertura doméstica, US$ 25 milhões na abertura internacional. Um terço de nossos assinantes estão fora dos EUA, e nós fizemos nosso acordo com Adam Sandler porque ele é um enorme astro global”, disse o executivo, que se diz “entusiasmado” em poder trabalhar com o ator.


Apesar dos US$ 50 milhões arrecadados por Pixels ser considerado um fraco desempenho pelo estúdio, Sarandos acredita que os valores são “muito respeitáveis” e que a bilheteria do longa deve subir mais.

Leia a nossa crítica do filme

A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos.

Cena pós-créditos com Mario Bros foi cortada do filme

Adam Sandler, Michelle Monaghan, Kevin James, Josh Gad e Peter Dinklage formam o elenco. Pixels entrou em cartaz no Brasil na última quinta-feira (23).

Confira a ficha do filme