Exibida no Festival de Veneza, a cinebiografia oficial de Steve Jobs arrancou elogios dos críticos e aumentou o burburinho para suas chances no Oscar 2016.

O filme dirigido por Danny Boyle foi chamado de um “Cidadão Kane moderno” e também comparado com A Rede Social, um dos últimos trabalhos do roteirista Aaron Sorkin. A carga emocional do filme não passou despercebida e o crítico do The Wrap, por exemplo, afirmou que a relação entre Jobs e sua filha biológica Lisa Brennan “provavelmente é a coisa mias surpreendente do filme”, já que o sucesso do executivo “não poderia ser medido pelos seus ‘brinquedos’, mas sim por sua vontade de se conectar com a própria carne e sangue”, numa história que “Bolye conseguiu escavar fundo e chegar até o coração de Jobs”. Ainda segundo a publicação, os coajudantes Seth Rogen e Jeff Daniels estão muito bem e uma das melhores cenas do filme é protagonizada por Kate Winslet.

O Indiewire aproveitou para destacar a atuação do protagonista Michael Fassbender, “a âncora fundamental da história”, e o trabalho de Boyle, que foge do habitual estilo frenético do cineasta. Já o roteiro de Sorkin foi considerado pelo site “uma obra-prima, que desmistifica Jobs e o retrata em seu lado mais humano”.


Filme de Steve Jobs quase não é sobre ele, diz Kate Winslet

Baseada na biografia escrita por Walter Isaacson, o longa retrata três momentos importantes da vida do inventor, empresário e magnata Steve Jobs, vivido por Michael Fassbender: os bastidores do lançamento do computador Macintosh, em 1984; da empresa NeXT, doze anos depois; e do iPod, no ano de 2001.

Michael Fassbender pensa fora da caixa no novo teaser

Jeff Daniels, Kate Winslet e Seth Rogen também estão no elenco.

Michael Fassbender é um pensador no primeiro cartaz do filme

Dirigido por Danny Boyle (Quem Quer Ser um Milionário?), o filme Steve Jobs estreia no Brasil em 21 de janeiro de 2016.