Os diretores Joe e Anthony Russo, atualmente os queridinhos da Marvel depois do sucesso de Capitão América: O Soldado Invernal, e responsáveis pelos vindouros Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita, responderam perguntas dos fãs em um chat no Facebook, revelando vários aspectos da história, dos personagens, e de sua abordagem para Capitão América 3.

Quando um fã pediu para os diretores resumirem o final do filme em uma palavra, Joe Russo ofereceu a seguinte resposta: “Complicado”. É possível, portanto, que assim como nos quadrinhos não haja um lado que vença a guerra tanto moralmente quanto na prática.

Já sobre a participação de Bucky Barnes, o Soldado Invernal, no filme, os diretores puderam falar mais extensivamente. “Isso é algo que passamos um bom tempo discutindo e pensando, falando com os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFreely, que escreveram todos os três filmes do Capitão. Eles tem uma tremenda compreensão de quem é Bucky”, garantiu Anthony.


O diretor ainda disse que esse não é o Bucky Barnes do primeiro filme, mas também não é apenas o Soldado Invernal, o assassino que vimos na segunda aventura. “Como você passa de ser uma pessoa normal para ser um assassino cuja mente é controlada por terceiros, para alguma vida além disso?”, disse Anthony. “Eu acho que esse é o coração do filme, eu diria. ‘Quem é o Bucky agora?’ e “o Capitão ainda pode desenvolver uma amizade com ele depois de tudo o que aconteceu?’”.

Os diretores também descreveram novamente Guerra Civil como um “thriller psicológico”, em oposição à Soldado Invernal, que os dois definem como um “thriller político”. Joe Russo explicou a diferença entre as duas coisas:

“Um thriller político é baseado em trama”, disse o diretor. “Há pontos específicos e viradas de trama que empurram os personagens adiante. Um thriller psicológico é baseado nos personagens e nas escolhas que eles fazem, então esse filme é mais um filme sobre os personagens. Os momentos chave de Guerra Civil tem a ver com esses heróis fazendo escolhas que podem leva-los a um confronto direto, como o título já denuncia”.

Capitão América: Guerra Civil trará uma versão muito mais sombria de Tony Stark

Brasileiros estão escolhendo o time do Homem de Ferro

Capitão América: Guerra Civil chegará aos cinemas brasileiros em 28 de abril, inaugurando a Fase 3 da Marvel, mas já iniciou sua pré-venda. Com 2 horas e 27 minutos, será o filme mais longo do universo da Marvel.

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Capitão América: Guerra Civil será SIM um Vingadores 2.5; saiba por que

O filme começa onde Vingadores: Era de Ultron parou, com Steve Rogers liderando a nova equipe dos Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Depois que outro incidente internacional envolvendo os Vingadores causa danos colaterais, o aumento da pressão política resulta na instalação de um sistema de responsabilidade e um conselho governamental para determinar quando solicitar os serviços da equipe.

Quando o governo então cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide em dois. Um liderado por Steve Rogers e seu desejo em manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem interferência do governo, e o outro que segue a surpreendente decisão de Tony Stark em apoiar o governo na fiscalização de seus atos. Enquanto a equipe está fragmentada, surge um novo e nefasto vilão.

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Primeiras reações apontam filme como “terror emocional”

O elenco traz Chris Evans como Capitão América, Robert Downey Jr como Homem de Ferro, Tom Holland como Homem-Aranha, Frank Grillo como o vilão Ossos Cruzados, Chadwick Boseman como Pantera Negra, Scarlett Johansson como Viúva Negra, Sebastian Stan como Soldado Invernal, Anthony Mackie como Falcão, Jeremy Renner como Gavião Arqueiro, Elizabeth Olsen como Feiticeira Escarlate, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Agente 13, Don Cheadle como Jim Rhodes/Máquina de Combate, Paul Bettany como Visão, Paul Rudd como Homem-Formiga, William Hurt como General Ross e Martin Freeman.

“Steve e Bucky têm uma história de amor”, confessa diretor