Os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFreely, responsáveis por Capitão América: Guerra Civil, e pelo vindouro Vingadores: Guerra Infinita, falaram ao JoBlo sobre o problema que as duas primeiras fases da Marvel tiveram com vilões pouco marcantes.

A reclamação é comum mesmo entre os fãs do universo cinematográfico da editora, uma vez que a maioria dos vilões (sem contar Loki) são “queimados” em um único filme, e não deixam uma impressão duradoura. Segundo Markus e McFreely, isso é um efeito colateral dos muitos “filmes de origem” da Marvel.

“Eu entendo a crítica, mas os filmes do começo são todos histórias de origem, então as histórias dos vilões são similares. Quando não é mais uma história de origem, acho que você tem mais liberdade para criar alguns vilões diferentes”, disseram. “A questão é que a história de Capitão América: O Soldado Invernal não era sobre o personagem de Robert Redford, e a história de O Primeiro Vingador não era sobre o Caveira Vermelha”.


“Em um filme de 120 minutos, é difícil conciliar as duas coisas”, continuou. “Mas acho que Thanos pode mudar isso. Desculpe-me por sair por uma tangente aqui, mas eu amo as séries da Marvel no Netflix porque elas nos deixam passar tanto tempo com os vilões. Nós temos 120 minutos, e Jessica Jones tem múltiplos episódios”.

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Estão confirmados no filme, por enquanto, o vilão Thanos (Josh Brolin), os heróis Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Thor (Chris Hemsworth) e Starlord (Chris Pratt), e o onipresente Nick Fury (Samuel L. Jackson).

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O primeiro Guerra Infinita chega aos cinemas em 3 de maio de 2018, com a continuação marcada para 2 de maio de 2019.