O diretor Duncan Jones conversou com o site io9 sobre a possibilidade de uma continuação ao seu épico de fantasia Warcraft: O Primeiro Encontro entre Dois Mundos. Segundo Jones, nada está decidindo ainda, mas ele e o roteirista Chris Benson já discutiram a possibilidade.

“Chris e eu discutimos de forma bem solta o que gostaríamos que uma trilogia Warcraft fosse”, confessou Jones. “Mas todos nós queremos relaxar um pouco depois desse filme. Dedicamos três anos e meio a ele. E nós vamos voltar, com certeza, se as pessoas gostarem desse filme o bastante para nos darem a chance de continuarmos”.

“A coisa mais interessante em uma possível trilogia vai ser a ênfase que poderemos colocar em personagens específicos, personagens que não tem tanto destaque nos jogos”, continuou. “Mas isso é só um reflexo da liberdade que nós temos de explorar a mesma mitologia dos games por uma perspectiva diferente”.


Com o sucesso na China, Warcraft conseguiu pagar seu orçamento de US$160 milhões, o que também ajudou a minimizar os danos da fraca performance do filme nos EUA, que fez apenas US$24,3 milhões em sua estreia por lá neste fim de semana.

No momento, Warcraft soma bilheteria mundial de US$304 milhões.

Crítica | Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Os segredos e curiosidades de Warcraft

Baseado no universo de jogos World of Warcraft, o filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel), o personagem principal da Aliança, que sacrificou tudo para manter salvo o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebbel), o principal personagem da Horda, nobre chefe do clã Frostwolf, que batalha para salvar seu povo e sua família da extinção.

A direção ficou a cargo de Duncan Jones.