Segundo a Variety, Ben-Hur pode gerar um rombo de até US$ 100 milhões para os estúdios MGM e Paramount.

A estimativa foi calculada com base no desempenho do filme nas bilheterias. A nova versão do épico teve uma estreia decepcionante, fazendo apenas US$ 11,2 milhões nos EUA e mais US$ 10,7 milhões pelo mundo.

De acordo com a publicação, o filme com Jack Huston e Rodrigo Santoro dificilmente vai superar os US$ 30 milhões em solo doméstico, mas se for bem no mercado de home vídeo (com as vendas do Blu-ray e DVD) pode diminuir seu prejuízo financeiro para a faixa dos US$ 70 milhões.


Crítica | Ben-Hur

Baseado no livro de Lew Wallace, que já virou filme em 1959, o remake de Ben-Hur acompanha a história épica de Judah Ben-Hur (Jack Huston), um príncipe falsamente acusado de traição por seu irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), um oficial do exército romano.

Destituído de seu título, afastado de sua família e da mulher amada (Nazanin Boniadi), Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, Judah retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a redenção. A trama mostrará paralelamente a jornada de Jesus Cristo (Rodrigo Santoro) até sua condenação por Pôncio Pilatos (Pedro Pascal). Morgan Freeman, Olivia Cooke e Ayelet Zurer também estão no elenco do novo Ben-Hur.

O roteiro foi escrito por Keith Clarke e revisado por John Ridley (12 Anos de Escravião). A direção ficou a cargo do russo Timur Bekmambetov (O Procurado, Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros).

Ben-Hur chegou aos cinemas brasileiros em 18 de agosto.