Em entrevista ao Screen Rant, o diretor de Logan, James Mangold, contou quais eram as suas ideias iniciais para o filme.

“Eu tive essa ideia, originalmente, Charles e Logan estavam se escondendo em uma fábrica abandonada de bourbon. A ideia que me veio era de fazer um filme sobre família, assim, eu fiz muita pesquisa. A série de Greg Kyle, ‘Innocence Lost’, sobre a X-23, me chamou a atenção. E a ideia de fazer um filme em que encontramos Logan com uma filha pareceu uma dinâmica interessante. Particularmente, para um personagem como Logan, que se esquiva de ter conexões íntimas com qualquer pessoa, faria com que isso fosse um obstáculo para colocar na frente dele, muito maior que qualquer vilão de outro planeta”.

Logan mostrará o mutante e o Professor Charles Xavier tentando lidar com a perda dos X-Men enquanto tentam impedir uma corporação liderada por Nathaniel Essex de destruir o mundo. As habilidades mutantes de Logan estão cansadas e o Alzheimer do Professor Xavier está fazendo-o esquecer dos X-Men, e Logan acaba se aliando à Laura Kinner, clone feminino de Wolverine, para encontrar Nathaniel.


“Estamos preocupados com o tom sombrio do filme”, admite presidente da Fox

Boyd Holbrook (Narcos) faz o vilão principal, e Richard E. Grant, Eriq Lasalle e Elise Neal completam o elenco de Logan, que será proibido para menores de 18.

Dirigido por James Mangold (Wolverine – Imortal), Logan chegará aos cinemas brasileiros em 2 de março.

Crítica | Logan