Em entrevista ao Screen Rant, o diretor de Logan, James Mangold, explicou a ausência de mutantes no novo longa do Wolverine e também criticou o excesso de personagens em filmes de super-heróis.

“Nós pensamos em colocar mais personagens, mas uma das coisas que eu tenho percebido é que muitos dos filmes de quadrinhos nos últimos tempos estão seguindo a filosofia do ‘mais é melhor’. Se fizemos um filme na última vez sobre quatro super-heróis, desta vez serão sete, da próxima vez serão doze, e há uma espécie de corrida armamentista em efeitos visuais e de elenco, e ninguém cede. Se você tem 120 minutos e você tem sete atores com papéis principais, então cada um tem poucos minutos para si mesmos, ou para suas histórias. Se você faz um filme sobre dois ou três personagens, o filme é realmente possuído por esses personagens e você começa a ir fundo com eles. Essa era a nossa meta”, justificou.

Logan mostrará o mutante e o Professor Charles Xavier tentando lidar com a perda dos X-Men enquanto tentam impedir uma corporação liderada por Nathaniel Essex de destruir o mundo. As habilidades mutantes de Logan estão cansadas e o Alzheimer do Professor Xavier está fazendo-o esquecer dos X-Men, e Logan acaba se aliando à Laura Kinner, clone feminino de Wolverine, para encontrar Nathaniel.


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Boyd Holbrook (Narcos) faz o vilão principal, e Richard E. Grant, Eriq Lasalle e Elise Neal completam o elenco de Logan, que será proibido para menores de 18.

Dirigido por James Mangold (Wolverine – Imortal), Logan chegará aos cinemas brasileiros em 2 de março.

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