A morte de Bill Paxton aos 61 anos no último sábado (25) pode estar ligada ao ataque da febre reumática que ele tinha desde os 13 anos.

O ator de Titanic e da série Big Love, que morreu devido a complicações de uma cirurgia cardíaca, havia revelado em um podcast no início deste mês que ele chegou a ficar acamado durante seis meses após contrair a doença inflamatória.

De acordo com o site da Mayo Clinic, febre reumática pode causar danos permanentes ao coração, incluindo danos em válvulas cardíacas e insuficiência cardíaca. A doença reumática do coração é um dano permanente causado pela febre reumática, que geralmente ocorre de 10 a 20 anos após a doença original, explica o site, sendo os problemas mais comuns ocorrendo com a válvula entre as duas câmaras esquerdas do coração (válvula mitral).


Doug Liman, que dirigiu Paxton no thriller No Limite do Amanhã, de 2014, disse ao New York Daily News que o ator havia conversado com ele sobre sua próxima cirurgia cardíaca há algumas semanas.

“Mesmo diante de uma grande cirurgia, seu otimismo para o futuro era contagiante. Ele estava falando sobre o futuro, coisas que esperávamos fazer juntos”, afirmou o cineasta.

Famosos reagem à morte do ator Bill Paxton

Paxton, que também era diretor, atuou em grandes sucessos de bilheteria como Titanic (1997), Twister (1996) e Aliens, o Resgate (1986). Ele foi indicado a um Emmy, por sua atuação na minissérie Hartfields and McCoys, além de quatro Globos de Ouro, três deles pela série Big Bove, da HBO, que ficou no ar entre 2006 e 2011.

Paxton atualmente estava no ar na TV americana com a série Training Day, baseada no filme Dia de Treinamento. Seu próximo filme é O Círculo, que também tem Emma Watson e Tom Hanks no elenco, e estreia em abril nos Estados Unidos.

Paxton deixou a mulher, Louise Newbury, e dois filhos.