Duncan Jones foi o diretor do filme Warcraft, adaptação cinematográfica do famoso jogo homônimo. E apesar de ainda não saber se o longa terá uma sequência depois da baixa arrecadação nos cinemas, Jones revelou para alguns fãs do game alguns detalhes do que pretende fazer no segundo longa.

“Este primeiro filme é sobre estabelecer o mundo, e mostrar Durotan ajudando seu filho a escapar de um planeta moribundo. Então, para mim, a idéia ao longo de três filmes seria para Thrall cumprir essa visão de Durotan para criar uma nova pátria para os Orcs”, iniciou o cineasta, segundo o site FlickeringMyth.

Então, para o segundo longa, Jones pretende seguir o crescimento do bebê do primeiro filme. “Seria o ano adolescente desse bebê, e qualquer um que conheça suas histórias do Warcraft saberia que é uma história de Spartacus que continua com esse personagem. Eu basicamente seguiria isso”, afirmou o diretor, sem ainda não saber qual seria a trama no lado humano da história.


“E com o lado humano, o que é um pouco menos claro de como isso aconteceria, mas, basicamente, há um rescaldo para esse filme que precisaria ser completado. E no lado Orc você está seguindo muito o bebê, Go’el, conhecido como Thrall no universo, e como ele finalmente cria a pátria Orc”, encerrou.

Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos fez US$ 433,6 milhões pelo mundo, ótimos números para um filme, mas uma bilheteria considerada abaixo do esperado pelo estúdio – já que nos EUA o longa foi um fracasso ao arrecadar apenas US$ 47 milhões.

Baseado no universo de jogos World of Warcraft, o filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel), o personagem principal da Aliança, que sacrificou tudo para manter salvo o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebbel), o principal personagem da Horda, nobre chefe do clã Frostwolf, que batalha para salvar seu povo e sua família da extinção.

Crítica | Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos