Death Note | Diretor explica como Netflix salvou o filme após cancelamento na Warner

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Pouca gente sabe, mas o diretor Adam Wingard primeiro trabalhou em uma adaptação de Death Note na Warner Bros, e não na Netflix. Ele foi contatado pelo estúdio dos filmes da DC e da franquia Harry Potter para fazer o filme, e agora contou a história completa para a EW.

“Meu irmão é fã do anime, e ele tinha me dito: ‘Se um dia você for adaptar algo, adapte Death Note’. O curioso é que eu não fui atrás do projeto, a Warner me ligou. Eles estavam desenvolvendo isso há muito tempo. Gus Van Sant tentou fazer, e Shane Black também. Eu fiquei animado e começamos a trabalhar. Na semana antes em que íamos começar a filmar, meu agente me ligou: ‘A Warner disse que quer parar a produção’. Fiquei devastado”, contou.

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“Nós levamos o filme para outros estúdios, mas eles queriam diminuir o nosso orçamento, que já havíamos feito da forma mais econômica humanamente possível”, brincou ainda. “Netflix levantou a mão e disse que eles fariam do nosso jeito. Se esse filme existe no momento, é porque uma companhia como a Netflix está disposta a fazê-lo”.

Além de Nat Wolff, Margaret Qualley (The Leftovers) também está no elenco como Mia Sutton, Paul Nakauchi (Alpha and Omega) como Watari e Shea Whighan (Agent Carter) como James Turner.

Jeremy Slater (Quarteto Fantástico) escreveu a última versão do roteiro. Adam Wingard (Você é o Próximo, The Guest) dirige o remake de Death Note, que já foi adaptado no Japão.

O filme estréia no Netflix em 25 de agosto de 2017.

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