Nem todo mundo começa com um grande sucesso na carreira – por isso, muitos atores tem algumas “preciosidades” vergonhosas escondidas na filmografia. Em outros casos, um tempo após um grande sucesso as ofertas começam a secar, e o que sobram são produções um pouco constrangedoras – mas todo mundo precisa pagar as contas, certo?

Star Wars | 10 vezes em que os Jedi foram piores que os Sith

O mesmo vale para o elenco de Star Wars: Os Últimos Jedi, que está arrasando recordes de bilheteria ao redor do mundo.


Confira os papéis que eles querem que você esqueça:

MARK HAMILL (Guyver) | O ano era 1990. Sete anos depois do “fim” de Star Wars, Mark Hamill ainda não tinha se transformado no dublador e character actor respeitado que conhecemos hoje. Ao invés disso, ele recorreu ao terror-B Guyver, uma espécie bizarra de Max Steel das antigas, na qual um jovem encontra um equipamento mecânico que se funde ao seu corpo, o transformando em um super-herói ciborgue.

DAISY RIDLEY (Comercial do Morrison’s) | Todo mundo precisa colocar comida na mesa, e no caso de Ridley esse “ditado” foi mais literal do que o comum quando ela apareceu em um comercial da Morrison’s, a maior rede de supermercados dos EUA, comendo um lanchinho no meio da loja!

BENICIO DEL TORO (O Lobisomem) | Antes da Universal tentar refazer seus filme de monstros em um universo compartilhado (sem sucesso algum), eles produziram o remake de O Lobisomem, em 2010, que já deveria ter sido indicação óbvia de que essa franquia não iria funcionar. Del Toro, o DJ de Os Últimos Jedi, encarnou o lendário Lawrence Talbot, que se transformava na criatura lupina nos dias de Lua cheia.

OSCAR ISAAC (Sem Medo de Morrer) | Nós poderíamos ter escolhido alguns outros filmes da filmografia tribulada de Isaac no começo da carreira, mas esse drama com Uma Thurman é sem dúvida o pior longa de sua filmografia. É a história de uma sobrevivente de um massacre escolar cuja culpa por ter saído ilesa enquanto seus amigos morreram faz sua vida desmoronar – Isaac passa vergonha ao lado de Evan Rachel Wood e Brett Cullen.

LAURA DERN (Jurassic Park III) | A atriz, que interpreta Amilyn Holdo em Os Últimos Jedi, retornou ao papel da Dra. Ellie Sattler nessa horrorosa continuação – pior ainda, o roteiro a usa muito menos do que a personagem (e a atriz) merece. Ver essa cientista independente e poderosa servindo como deus ex machina no final do filme, e fazendo uma ponta no comecinho, é para lá de frustrante – para nós e para Dern, imaginamos.

ADAM DRIVER (Hungry Hearts) | O Kylo Ren da atual trilogia estrela esse thriller independente sobre um casal que se conhece em Nova York e tem seu relacionamento testado por uma circunstância de vida ou morte. Ele e a pouco conhecida Alba Rohrwacher fazem o possível para melhorar o roteiro de Saverio Constanzo, mas basta dizer que isso passa longe de ser o bastante.

JOHN BOYEGA (Meio Sol Amarelo) | Após ser revelado no ótimo Ataque ao Prédio (2011), Boyega fez alguns filmes um pouco vergonhosos, como esse drama romântico em que foi coadjuvante para Chiwetel Ejiofor e Thandie Newton. Trata-se da história de duas freiras que vão ao Nigéria nos anos 1960, e cujos caminhos se divergem rapidamente quando chegam por lá – é um drama difícil de assistir inteiro!

ANDY SERKIS (Alex Rider Contra o Tempo) | Serkis teve suas fases na carreira: pré-Gollum, com muitos papéis razoavelmente respeitáveis na TV e no cinema britânico; e pós-Gollum, reinventado como o rei da captura de movimentos após alguns outros papéis marcantes. No meio dessas duas, no entanto, está Alex Rider Contra o Tempo, um fracassado filme de ação juvenil em que ele interpreta um bizarro vilão.

DOMHNALL GLEESON (A Recompensa de Perrier) | Durante o começo da carreira, o General Hux de Star Wars se apoiou muito em projetos ao lado do pai, Brendan Gleeson. Esse filme britânico de gângster, que ainda conta com Cillian Murphy, Jim Broadbent, Gabriel Byrne, Jodie Whittaker e Liam Cunningham, não faz jus ao seu elenco para lá de estrelado.

GWENDOLINE CHRISTIE (Bruxos vs. Aliens) |  Essa bizarra série da BBC foi o “degrau” para Gwendoline acabar chegando em Game of Thrones, onde interpreta a guerreira Brienne de Tarth. Aqui, ela faz parte do time dos bruxos, em um bizarro papel cômico que não lhe cai muito bem.