Diretor de refilmagens diz que “salvou” Rogue One: “Estava tudo uma bagunça”

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O diretor Tony Gilroy (O Legado Bourne) conversou com o podcast The Moment quebrando o silêncio pela primeira vez sobre seu trabalho em Rogue One: Uma História Star Wars.

Os fãs da saga devem se lembrar bem das manchetes agourentas que diziam que Gilroy havia sido chamado pela Disney/Lucasfilm para “salvar” o filme nas refilmagens, tanto como codiretor de Gareth Edwards quanto como roteirista para algumas cenas que seriam totalmente modificadas.

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A realidade, no fim das contas, não ficou tão longe disso: “Bom, quando eu cheguei lá estava tudo no ar, tudo uma bagunça. Eles me chamaram para salvar o filme, entender melhor o tema e trabalhar com Gareth para acertar tudo”, contou.

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“Quando você vê uma produção desse tamanho, às vezes as pessoas perdem o foco. Por isso que me chamam. Eu já ‘consertei’ muitos filmes. Eu chego com uma visão de fora, mais clara, e no caso de Rogue One ficou claro que aquele era um filme sobre sacrifício, e ao filme faltava a pureza de motivação que levava a esse sacrifício”, disse ainda.

“Eu nunca fui um grande fã de Star Wars. Vai ver foi isso que me fez uma boa escolha para Rogue One. Eu cheguei sem reverência à saga e tentei botar as coisas no lugar como um filme comum”, completou.

Lançado no final de 2016, Rogue One: Uma História Star Wars arrecadou pouco mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

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