2017 foi pior ano para representatividade LGBT no cinema, conclui pesquisa

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2017 foi o pior ano para a representatividade LGBT nos cinemas desde que a organização GLAAD começou a medir a quantidade de personagens gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros em filmes de Hollywood, em 2012.

A nova edição do Studio Responsibility Index, da GLAAD, foi liberada nessa terça (22), mapeando todos os 109 filmes lançados em 2017 pelos sete maiores estúdios de Hollywood: 20th Century Fox, Fox Searchlight, Lionsgate, Roadside Attractions, Paramount, Sony, Sony Pictures Classics, Universal, Focus Features, Disney e Warner Bros.

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Desses filmes, apenas 14 (ou 12,8%) incluíram personagens LGBT. É uma queda de seis pontos percentuais em relação aos 18,4% (23 filmes em 125) de 2016.

Lando e cia: Os personagens LGBT de Star Wars

A campanha da GLAAD com essa pesquisa anual é para cobrar estúdios até que se chegue a um nível de representação considerado minimamente satisfatório – 20% até 2021, e 50% até 2024.

Em boas notícias, a GLAAD reporta que o número de personagens LGBT não-brancos aumentou de 2016 para 2017 (para 57% do total).

A pesquisa ainda ranqueia cada um dos estúdios pela sua performance no teste – a 20th Century Fox e a Universal tiveram a maior representatividade LGBT, embora a porcentagem ainda esteja longe do considerado satisfatório; já a Lionsgate e a Warner Bros. ficaram na lanterna.

Por fim, a pesquisa ainda “dá uma bronca” nos estúdios, já que nenhum deles incluiu uma personagem transgênero em seus lançamentos – longas como Uma Mulher Fantástica, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, não foram lançados nos EUA até 2018.

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