Marina Ruy Barbosa rodou seu primeiro filme na Cracolândia: “Diferente de tudo que fiz”

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Em 2018 Marina Ruy Barbosa promete ganhar os cinemas. Até dezembro, dois longas protagonizados pela atriz global prometem emocionar o público. Sua estreia fica por conta de Sequestro Relâmpago, um thriller psicológico de Tatá Amaral, e Todas as Canções de Amor, um romance de Joana Marini.

O primeiro traz à tona questões sociais pertinentes ao trabalho de Tatá Amaral. Nele, Marina dá vida à Isabel, que acaba sequestrada. Também fazem parte do elenco: Daniel Rocha, Sidney Santiago Kuanza, Projota e MC Linn da Quebrada. O longa teve como locações o Jardim Ibirapuera, periferia de São Paulo, e a Cracolândia.

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De acordo com Marina Ruy Barbosa, rodar o longa nas madrugadas e em plena Cracolândia, região dominada da capital paulista pelo tráfico e consumo de drogas, foi uma baita experiência:

“Diferente de tudo o que eu já tinha feito”, afirmou a atriz em entrevista ao Observatório do Cinema.

Por sua vez, Todas as Canções de Amor conta a história de dois casais que moram no mesmo apartamento, mas em épocas diferentes, que vivenciam momentos completamente opostos: o mais antigo está em crise, o atual juras de amor.

Na trilha, idealizada por Maria Gadú, estão Gilberto Gil, Chico Buarque, Marina Lima, Marisa Monte, Lulu Santos, Cartola, Velvet Underground, entre outros. “É um filme lindo que valoriza a música brasileira, só com os melhores da nossa história”, afirmou.

Todas as Canções de Amor

“Já assisti o último corte”, diz Marina Ruy Barbosa. “Foi emocionante, nunca tinha feito um filme. É desafiante me ver no cinema, uma experiência nova, dá um pouco de ansiedade, medo. É um filme muito bonito, fala de amor, separação.

São dois casais que morando no mesmo apartamento em épocas diferentes. O casal de anos atrás está se separando, Clarisse (Luiza Mariani) e Daniel (Júlio Andrade), e o casal atual, recém-casados, sou eu (Ana) e o Bruno Gagliasso (Chico). É um filme lindo que valoriza a música brasileira, só com os melhores da nossa história.

Gravei o filme antes de casar. Estava noiva. Engraçado que em cada momento que você estiver o filme vai te pegar em alguns lugares. Estou casada há um ano, não é uma baita experiência, mas entendo mais o que está acontecendo. Tenho muito orgulho de ter feito esse filme.

A minha personagem condiz muito com o que eu sou hoje. A Ana é uma escritora, em início de relacionamento, descobrindo o casamento, a vida… Cheia de certezas e incertezas. É uma personagem que aconteceu no momento certo da minha vida. É uma coisa de sinergia.”

Marina Ruy Barbosa em cena de Sequestro Relâmpago | Foto: Carlos Zalasik

Sequestro Relâmpago

“Fiz a preparação com a Fátima Toledo, uma baita preparadora. Instigante. Diferente de tudo o que eu já tinha feito. Gravamos nas madrugadas de São Paulo, na Cracolânida, por dois meses. Ele é mais denso.

Sequestro Relâmpago faz críticas sociais, fala sobre preconceito, toca em feridas. É um filme da Tatá Amaral. Ela tem essa pegada, essa preocupação com o que está acontecendo no país.

Faço a Isabel, uma personagem bem diferente, descolada, é sequestrada e que passa por uma situação bem caótica, são dois filmes e personagens bem diferentes. Lançamos no final do ano”, finalizou Marina Ruy Barbosa.

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