Instituto de Cinema Britânico não apoiará filmes com vilões que tenham cicatrizes faciais

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Vilões com cicatrizes faciais são os mais populares do cinema. O Coringa do Batman ou até mesmo o Scar, de Rei Leão, são personagens memoráveis e relembrados por suas marcas. Mas, o Instituto de Cinema Britânico (BFI) não vê mais os personagens de uma boa maneira.

O portal britânico The Telegraph publicou nesta sexta-feira (30) que o BFI não pretende mais apoiar e investir em longas que apresentam vilões com deformações ou cicatrizes faciais. Tudo faz parte de uma campanha de apoio para a Changing Face, organização que ajuda pessoas com sinais como os citados no rosto.

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Com a hashtag #IAmNotYourVillain (Eu não sou seu vilão), o instituto voltado para o cinema quer mudar a cultura de vilões com cicatrizes. A organização quer que pessoas com o problema tenham papeis mais positivos.

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Um dos últimos filmes apoiados pela organização foi Dirty Good. O longa traz Vicky Knight como uma pessoa que se recupera de um ataque ácido.

A decisão também não pede para que os vilões tenham regras de caracterização, apenas que protagonistas ou mocinhos também ganhem cicatrizes. A BFI não deu comentários oficiais sobre o assunto para veículos de comunicação.

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