O Exorcista pode ser uma das produções cinematográficas mais assustadoras de todos os tempos, mas o cineasta William Friedkin não acha que pertença ao gênero do terror.

Em entrevista ao IndieWire, Friedkin explicou que sua intenção jamais foi dar sustos no público, mas analisar os mistérios em torno da fé.

“A fé é um mistério. Bill Blatty, o autor do livro, identificou O Exorcista como sendo um trabalho sobre o mistério da fé. As pessoas o chamam de filme de terror, mas Blatty e eu jamais falamos sobre terror. Fizemos um filme sobre o mistério da fé, seu conceito, sua ideia, seu sistema de crenças.”


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Na trama de O Exorcista, uma atriz descobre que sua filha está demonstrando um comportamento completamente assustador. Deste modo, pede ajuda a um padre, que também é psiquiatra, e chega à conclusão de que a garota está possuída por um demônio. Ele então pede ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, que tenta livrar a menina da terrível possessão.

Clássico dos anos 70, O Exorcista foi um sucesso estrondoso, arrecadando mais de US$ 440 milhões em bilheteria, número extraordinário para a época.