O USA Today descreveu mais um trecho do polêmico documentário Leaving Neverland. Nele, as supostas vítimas de Michael Jackson garantem que o músico gravava os supostos abusos cometidos dentro da sua mansão.

No filme, James Safechuck alega que Michael Jackson o fazia tomar álcool e ver materiais pornográficos antes dos estupros. Um dia, o cantor teria gravado o abuso.

“Ele surtou logo depois de compreender o que havia feito e gravou outra coisa por cima. Na hora ele achou divertido e não estava pensando sobre o que fez, mas depois ele refletiu. Ele era muito cuidadoso com tudo o que fazia, mas dessa vez ele se deixou levar”, afirma o acusador no documentário.


Já Wade Robson conta nesse novo trecho que fazia tudo que Michael Jackson pedia. O homem, na época, queria continuar frequentando Neverland.

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“Eu tinha um sentimento que precisava o impressionar enquanto estava em Neverland, precisava ser a pessoa favorita da vida dele, então por mais maluco que seja, o sexo era a minha zona de segurança”, afirmou Robson.

A sinopse do documentário diz: “No auge de seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos e suas famílias. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados ​​sexualmente por Jackson e como chegaram a um acordo para ficarem calados anos depois.”

Ações judiciais movidas por Robson e Safechuck contra Jackson foram rejeitadas por um juiz em Los Angeles em 2017.

Leaving Neverland será exibido em duas partes na HBO, nos dias 3 e 4 de março.