Em entrevista para o iO9, a roteirista de quadrinhos Kelly Sue DeConnick falou sobre a adaptação para os cinemas de Capitã Marvel com Brie Larson.

Na entrevista, DeConnick revela que queria ter visto uma origem diferente para os poderes de Carol Danvers.

“Eu não estou reclamando, eu não sou dona desses personagens e eu entendo porque não foi assim. Em Pursuit of Flight. Era pra ter sido que ela volta para o momento da explosão e tem um paradoxo temporal onde ela testemunha sua própria história, certo? Então a origem dela nos quadrinhos é que a máquina explode e ela está lá. Ela é mantida como refém, e o Mar-Vell a pega e tenta tirá-la da caverna quando a máquina explode, e o poder da explosão transfere seu DNA para o dela, garantindo superpoderes”, relembra a roteirista.


“O que eu queria era que a Carol viajasse no tempo, então haveria essa cena onde ela recebe os poderes. Ela está lá com Helen Cobb, que é outra piloto heroína, e ela e Helen assistem a cena. Helen quer os poderes, então ela intencionalmente corre para ser pega na explosão. Eu queria que o Mar-Vell pegasse a Helen, o que deixaria a Carol precisando pegar sua versão mais jovem, e então a máquina iria transferir os poderes de Carol para Carol. Então foi intencionalmente um reboot feminista”, explica.

Capitã Marvel foi lançado nos cinemas em março, e a heroína de Brie Larson também está presente em Vingadores: Ultimato.