Cuidado! Contém SPOILERS de Vingadores: Ultimato!

Em Vingadores: Ultimato, duas versões de Thanos são apresentadas. Um vilão é do presente, morto logo no início do filme.

O outro, que retorna no final do longa da Marvel, é do passado. Thanos viaja ao futuro, em 2023, ao saber que foi morto e que os heróis tentam recolher as Joias do Infinito.


Ao deixar o passado, uma linha do tempo alternativa sem Thanos pode ter sido criada. Uma teoria indica que esse universo sem o Titã Louco foi dominado por Ego, o vilão de Guardiões da Galáxia 2.

Como se sabe, Ego (Kurt Russell), o planeta vivo, plantou a sua semente (leia-se filhos, entre eles o Senhor das Estrelas) por todo universo, com o objetivo de destruí-lo depois. Mas, ele é impedido pelo grupo do título no filme.

A teoria do fã Ljgor, do Reddit, é bastante simples. Em 2014, os Guardiões da Galáxia estavam prestes a se encontrar. Nessa linha do tempo alternativa, todas variáveis para a reunião são modificadas.

Nebula (Karen Gillen) viaja ao futuro, onde é morta por sua versão da linha principal. Enquanto a Gamora (Zoe Saldana) do passado fica, aparentemente, vivendo em 2023. Ao mesmo tempo, o Peter Quill (Chris Pratt) do passado foi nocauteado em Morag, para que não pegasse a Joia do Poder.

Sem a Joia do Poder, o Senhor das Estrelas não teria mais valor para Ronan (Lee Pace). Possivelmente, Peter Quill pode ter se juntado novamente com Yondu (Michael Rooker) no passado. Assim, nunca deve ter chegado a conhecer Groot, Drax e Rocket na prisão.

Com os companheiros fora da jogada, Ego pode muito bem ter encontrado Peter Quill, o usado como uma bateria de força e tomado conta do universo. Quando se coloca viagem do tempo em um universo tão grande, muitas possibilidades são criadas.

Vingadores: Ultimato está em exibição nos cinemas.