O filme de origem do Coringa estrelado por Joaquin Phoenix foi celebrado no Festival de Veneza, mas também traz sua parcela de polêmicas.

Em entrevista durante o evento (via ComicBook) o diretor Todd Philipps falou sobre o conteúdo temático do longa, e como acredita que ele não molda nenhum tipo de comportamento, mas sim o reflete.

“Eu acho que os filmes às vezes espelham a sociedade, mas nunca a moldam. Então mesmo que o filme se ambiente no final dos anos 70 e começo dos 80, nós escrevemos em 2017. Então, inevitavelmente, certos temas que existam agora acabam entrando no filme. E nem todos veem isso, algumas pessoas só veem uma história do Coringa. Então eu odeio definir o que é para as pessoas, mas certamente não é um filme político. Quer dizer, pra algumas pessoas. Depende, eu acho, do seu ponto de vista”, explica o diretor.


Coringa segue a história de Arthur Fleck, um homem lutando para se integrar à sociedade despedaçada de Gotham. Trabalhando como palhaço durante o dia, ele tenta a sorte como comediante de stand-up à noite… mas descobre que a piada é sempre ele mesmo.

Preso em uma existência cíclica, oscilando entre a realidade e a loucura, Arthur toma uma decisão equivocada que causa uma reação em cadeia, com consequências cada vez mais graves e letais, nesta exploração ousada do personagem.

O elenco conta com Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz, Marc Maron, Bill Champ, Shea Wigham e Brian Tyree Henry. Todd Phillips (Se Beber, Não Case!) dirige o filme e assina o roteiro ao lado de Scott Silver (O Vencedor).

Coringa estreia nos cinemas brasileiros em 3 de outubro.